• B

    • MÓDULO 1 BRASIL. Ministério da Saúde. Secreta...

      xxxxxxxxxxxx


      MÓDULO 1 

      BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 

      EUGENIO, J. et al. Guia de investigação da saúde do idoso. Série A. Normas e Manuais Técnicos: Saúde do adulto e do idoso. Grajaú: Universidade Estadual do Maranhão, 2020. 

      FREITAS, E.V. de; PY, L. Tratado de geriatria e gerontologia. 4. ed. [Reimpr.]. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. 

      FONSECA, A.C.D. et al. Interdisciplinaridade na gestão do cuidado ao idoso. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.2, p.4045-4050, 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.34119/bjhrv4n2-005>. Acesso em: 02 ago. 2022. 

      GUERRA, R.O. Modos de viver a velhice: lições do Estudo Fibra. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia [online], v.25, n. 5, e220089, 2022. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1981-22562022025.220089.pt>. Acesso em: 02 ago. 2022. 

      NERI, A. L. (org.). Palavras-chave em gerontologia. 3. ed. Campinas: Alínea, 2008. 

      NASCIMENTO, J.W. et al. Relato de experiência sobre a importância da intersetorialidade e interprofissionalidade para a promoção da saúde em um projeto de extensão, Pet-saúde interprofissionalidade. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.1, p.560-578, 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.34119/bjhrv4n1-049>. Acesso em: 02 ago. 2022. 

      UESSUGUE, P. Senescência e senilidade. Gama, DF: UNICEPLAC, 2021. 

      WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Active Ageing – A Police Framework. Madrid: WHO, 2002. 

      MÓDULO 2

      BELASCO, A.G.S.; OKUNO, M.F.P. Reality and challenges of ageing. Revista Brasileira de Enfermagem (online), v.72, suppl.2, editorial, 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/0034-7167.2019-72suppl201>. Acesso em: 08 ago. 2022. 

      BRASIL. Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 

      BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes para o cuidado das pessoas com doenças crônicas nas redes de atenção à saúde e nas linhas de cuidado prioritárias. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 

      BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa. 4. ed. Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 

      EUGENIO, J. et al. Guia de investigação da saúde do idoso. Grajaú: Universidade Estadual do Maranhão, 2020. Série A. Normas e Manuais Técnicos: Saúde do adulto e do idoso 

      FRANCISCO, P.M.S.B.; ASSUMPÇÃO, D. BACURAU, A.G.M.; NERI, A.L.; MALTA, D.C.; BORIM, F.S.A. Prevalência de doenças crônicas em octogenários: dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019. Ciênc. saúde coletiva. v.27, n.7, p.2655-65, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1413-81232022277.22482021  

      FREITAS, E.V. de; PY, L. Tratado de geriatria e gerontologia. 4. ed. [Reimpr.]. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. 

      INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Um Panorama da Saúde no Brasil: Acesso e utilização dos serviços, condições de saúde e fatores de risco e proteção à saúde - 2008. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnad_panorama_saude_brasil.pdf>. Acesso em: 02 out. 2021. 

      INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Biblioteca: tábua completa de mortalidade. [Site]. 2020a. Disponível em: <https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/bibliotecacatalogo?view=detalhes&id=73097>. Acesso em: 19 out 2021. 

      INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Indicadores IBGE: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Quarto Trimestre de 2019. Rio de Janeiro: IBGE, 2020b.Disponível em: 
      <https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2421/pnact_2019_4tri.pdf>. Acesso em: 17 jul. 2021. 

      INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Brasil em Síntese: distribuição da população por sexo segundo os grupos de idade. [Site]. 2022. Disponível em: <https://brasilemsintese.ibge.gov.br/populacao/populacao-por-sexo-e-grupo-de-idade-2010.html>. Acesso em: 15 maio 2022. 

      MALTA, D.C. et al. Resultados do monitoramento dos Fatores de risco e Proteção para doenças crônicas não transmissíveis nas capitais brasileiras por inquérito telefônico. Rev Brasi Epidemiol, Rio de Janeiro, v.15, n.3, p.: 639-50, 2012. 

      MORAES, E. N. Atenção à Saúde do Idoso: Aspectos Conceituais. Brasília: Organização Pan- Americana da Saúde, 2012. 

      NACIONES UNIDAS / ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). Anuario Estadístico de América Latina y el Caribe. Santiago / CHI: Naciones Unidas, 2022. Disponível em: <https://repositorio.cepal.org/handle/11362/47827>. Acesso em: 04 ago. 2022. 

      ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS). Envelhecimento ativo: uma política de saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2005. 

      OLIVEIRA, C.C.R.B. et al. Adesão ou aderindo ao tratamento: qual o maior desafio para o cuidado às pessoas com hipertensão arterial? REVISA [online], v. 9, n.1, p.: 1–3, 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.36239/revisa.v9.n1.p1a3>. Acesso em: 04 ago. 2022. 

      PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA). Avaliação Multidimensional do Idoso. Curitiba: SESA, 2018. 

      PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA). Linha guia da saúde do idoso. Curitiba: SESA, 2018. 

      SIMIELI, I; PADILHA, L. A. R; TAVARES, C.F.F. Realidade do envelhecimento populacional frente às doenças crônicas não transmissíveis. Revista Eletrônica Acervo Saúde [online], 37, e1511, 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.25248/reas.e1511.2019>. Acesso em: 04 ago. 2022. 

      MÓDULO 3
      BARBOSA, R. et al. Saúde mental e processo de envelhecimento bem-sucedido durante a pandemia de Covid-19. Rev. Bras. Cien. Envelh. Hum, Passo Fundo, v.18, n.3, p.:33, 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.5335/rbceh.v18i3.13535>. Acesso em: 18 set. 2022.  

      CARVALHO, J.A.M.de; GARCIA, R.A. O envelhecimento da população brasileira: um enfoque demográfico. Cad Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 19, n.3, p.:725-733, 2003. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0102-311X2003000300005>. Acesso em: 3 ago. 2022. 
       
      ESQUENAZI, D.de A. Imunossenescência: as alterações do sistema imunológico provocadas pelo envelhecimento. Revista do Hospital Universitário Pedro Ernesto, Rio de Janeiro, v.7, p.:38-45, jun. 2008. Disponível em: <https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/28948>. Acesso em: 3 ago. 2022. 

      FECHINE, B.R.A.; TROMPIERI, N. O processo de envelhecimento: as principais alterações que acontecem com o idoso com o passar dos anos. Inter Science Place: Rev. Cient. Inter, Campos dos Goytacazes, v.1, n.20, p.: 106-132, 2012. Disponível em: <https://www.fonovim.com.br/arquivos/534ca4b0b3855f1a4003d09b77ee4138-Modifica----es-fisiol--gicas-normais-no-sistema-nervoso-do-idoso.pdf>. Acesso em: 3 ago. 2022. 

      HAMMERSCHMIDT, K.S. de A.; SANTANA, R.F. Saúde do idoso em tempos de pandemia Covid-19. Cogitare enferm [online], v. 25, e72849, 2020. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.5380/ce.v25i0.72849>. Acesso em: 12 set. 2022. 

      HAMMESCHMIDT, K.S. de A.; SEIMA, M.D. Enfermagem na saúde do idoso. Curitiba: Centro Formador de Recursos Humanos Secretaria de Estado da Saúde, 2019. Apostila para Curso Técico em Enfermagem. 

      JULIANO, M.C.C.; YUNES, M.A.M. Reflexões sobre rede de apoio social como mecanismo de proteção e promoção de resiliência. Ambiente & Sociedade, São Paulo, 

      MIRANDA, G.M.D. et al. O envelhecimento populacional brasileiro: desafios e consequências sociais atuais e futuras. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol., Rio de Janeiro, v.19, n.3, p. 507-519, 2016. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1809-98232016019.150140>. Acesso em: 5 ago. 2022. 

      OLIVEIRA, D.V. et al. O processo de envelhecimento humano. In: OLIVEIRA, D.V.(Org.). Educação física em gerontologia. Curitiba: Appris, 2021. p. 31-40. 

      ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). ONU-habitat: população mundial será de 68% urbana até 2050. [Internet]. 2022. Disponível em: <https://brasil.un.org/pt-br/188520-onu-habitat-populacao-mundial-sera-68-urbana-ate-2050>. Acesso em: 3 ago. 2022. 

      RIBEIRO, L. da C.C.; ALVES, P.B.; MEIRA, E.P. de. Percepção dos idosos sobre as alterações fisiológicas do envelhecimento. Ciência, Cuidado e Saúde, Maringá, v. 8, n. 2, p.: 220-227, 2009. Disponível em: <https://doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v8i2.8202>. Acesso em: 3 ago. 2022. 

      ROSA, T.E. da C.; BENÍCIO, M.H. D’A. As redes sociais e de apoio: o conviver e a sua influência sobre a saúde. BIS: Boletim do Instituto de Saúde, São Paulo, n. 47, p.: 80-83, 2009. Disponível em: <https://doi.org/10.52753/bis.2009.v.33832>. Acesso em: 3 ago. 2022. 

      SANTOS, F.H. dos; ANDRADE, V.M.; BUENO, O.F.A. Envelhecimento: um processo multifatorial. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 14, n.1, p.: 3-10, 2009. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/pe/a/FmvzytBwzYqPBv6x6sMzXFq/?lang=pt>.  Acesso em: 3 ago. 2022. 

      SCHNEIDER, R.H.; IRIGARAY, T.Q. O envelhecimento na atualidade: aspectos cronológicos, biológicos, psicológicos e sociais. Estudos de Psicologia, Campinas, v.25, n.4, p.: 585-593, 2008. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0103-166X2008000400013>. Acesso em: 3 ago. 2022. 

      TEIXEIRA, S.M. Envelhecimento, família e políticas públicas: em cena a organização social do cuidado. Serv Soc Sociedade, São Paulo, n.137, p. 135-154, 2020a. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/0101-6628.205> Acesso em: 5 ago. 2022. 

      TEIXEIRA, S.M. (Org.). Serviço Social e Envelhecimento. [e-Book]. Teresina/PI: EdiUFPR, 2020. Disponível em: <https://www.ufpi.br/arquivos_download/arquivos/Livro_SERVI%C3%87O_SOCIAL_E_ENVELHECIMENTO_E-BOOK-120201020195516.pdf>. Acesso em: 5 set. 2022.

      MÓDULO 4 

      ABRANCHES, C.A.F.; CAVALETI, A.L.C. Síndrome da imobilidade na pessoa idosa hospitalizada. Research, Society and Development [online], v. 9, n. 12, e1889129848, 2020. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i12.98481>. Acesso em: 16 set. 2022.   

      BARBOSA, J.M.M.; DIAS, R.C. PEREIRA, LSM. Qualidade de vida e estratégias de enfrentamento em idosos com incontinência fecal: uma revisão da literatura. Rev Bras Geriat Gerontol., Rio de Janeiro, v. 10, n. 3, p.: 383-400, 2007. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1809-9823.2007.100310> 

      BARROSO, A.M.F. et al. Abordagem fisioterapêutica na incontinência fecal: revisão de literatura. Rev. FisioSer, Rio de Janeiro, v.13, n.4, p.:426-430. 2018. Disponível em: <https://perineo.net/pub/barroso2019.pdf>. Acesso em: 15 set. 2022. 

      BENEVIDES, K.G.C.B. et al. Quadro clínico de idosos em uma instituição de longa permanência. Rev. enferm. UFPE on line, p. 594-603, 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.5205/1981-8963-v13i3a237427p594-603-2019>. Acesso em: 01 set. 2022. 

      BERTOLUCCI, P. H. F. et. al. O Mini-Exame do Estado Mental em uma população geral: impacto da escolaridade. Arq Neuro-Psiquiatria, São Paulo, v. 52, n. 1, p. 01–07, 1994. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/anp/a/Sv3WMxHYxDkkgmcN4kNfVTv/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 01 set. 2022. 

      BITTENCOURT, M.G.F. et al. Relação médico paciente: iatrogenia x prática médica. Revista Interdisciplinar Pensamento Científico, v. 4, n. 1, 2018. Disponível em: <http://reinpeconline.com.br/index.php/reinpec/article/view/189/151>. Acesso em: 12 set. 2022  

      BU, Z-H. et al. Cognitive frailty as a predictor of adverse outcomes among older adults: A systematic review and meta-analysis. Brain Behav.[online], v.11, n.11, e01926, 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.1002/brb3.1926>. Acesso em: 23 set. 2022. 
       
      ELIAS, H.C. et al. Relation between family functionality and the household arrangements of the elderly. Rev Bras Geriat Gerontol, Rio de Janeiro, v.21, n.05, p.: 562-569, 2018. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1981-22562018021.180081>. Acesso em: 20 set. 2022.  

      FOLSTEIN, M. F.; FOLSTEIN, S. E.; MCHUGH, P. R. “Mini mental state”. A practical method for grading the cognitive state of patients for the clinician. Journal of Psychiatric Research, Oxford, v. 12, n. 3, p. 189–198, 1975. Disponível em: < <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/0022395675900266?via%3Dihub>. Acesso em: 01 set. 2022. 
       
      JESUS, M.A.P. et al. Incidência de lesão por pressão em pacientes internados e fatores de risco associados. Rev Baiana Enferm‏ [online], v.34, e36587, 2020. Disponível em: <https://doi.org/10.18471/rbe.v34.36587>. Acesso em: 18 set. 2022.  
       
      LEAL, M.; MEJIA, D.P.M. Intervenção fisioterapêutica na prevenção da síndrome do imobilismo em pacientes acamados por tempo prolongado e seus efeitos no sistema locomotor [online]. 2021. Disponível em: <https://portalbiocursos.com.br/ohs/data/docs/26/04_-_IntervenYYo_fisioterapYutica_na_prevenYYo_da_sYndrome_do_imobilismo_em_pacientes_acamados_por_tempo_prolongado_e_seus_efeitos_no_sistema_locomotor.pdf> Acesso em: 18 set. 2022.  

      MORAES, D.C. et al. Instabilidade postural e a condição de fragilidade física em idosos. Rev Latino-Am Enfermagem [online], v.27, e3146, 2019. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1518-8345.2655-3146>. Acesso em: 12 set. 2022.  

      MORAES, D.C. et al. Instabilidade postural e a condição de fragilidade física em idosos: revisão integrativa. Ciência, Cuidado e Saúde, Maringá. v.17, n.1, p.1-8, 2018. Disponível em: <https://doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v17i1.36301>. Acesso em: 16 set. 2022.  

      MORAES, E.N.; MARINO, M.C.A.; SANTOS, R.R. Principais síndromes geriátricas. Rev Med Minas Gerais, Belo Horizonte, v.20, n.1, p.:54-66, 2010. Disponível em: <http://rmmg.org/artigo/detalhes/383>. Acesso em: 18 set. 2022.  

      PARADA-PEÑA, et al. Síndromes geriátrics: caídas, incontinencia y deterioro cognitivo. Rev Hisp Cienc Salud. [online], v. 6, n. 4, p. 201-210, 2020. Disponível em: <https://www.uhsalud.com/index.php/revhispano/article/view/450/281>. Acesso em: 17 set. 2022. 
       
      PARADELA, E.M.P., LOURENÇO, R.A., VERAS, R.P. Validação da escala de depressão geriátrica em um ambulatório geral. Rev Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.39, n.6, p.:918-23, 2005. 

      PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA). Linha guia da saúde do idoso. Curitiba (PR): SESA, 2018. 

      PAIVA FILHO, E.; PRADO, V.B.; ANDRADE, D.D.B.C. Síndrome da imobilidade nos idosos associado a sarcopenia na atenção primária à saúde. Braz J Develop, Curitiba, v.6, n.6, p.: 38833-38847, 2020. Disponível em: <https://doi.org/10.34117/bjd.v6i6.11872.g9933>. Acesso em: 12 set. 2022.  

      SANTOS, W.P. et al. Prevenção de lesão por pressão em idosos com imobilidade no domicílio. Braz J Develop, Curitiba, v. 6, n. 10, p. 83237-83250, 2020. Disponível em: <https://doi.org/10.34117/bjdv6n10-671>. Acesso em: 18 set. 2022.  

      SOUZA, A. et al. Conceito de insuficiência familiar na pessoa idosa: análise crítica da literatura. Rev. Bras.Enferm, Brasília, v.68,n.6,p.:1176-85, 2015. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/0034-7167.2015680625i>. Acesso em: 23 set. 2022. 

      REIS, R.B.et al. Incontinência urinária no idoso. Acta Cirúrgica Brasileira, São Paulo, v.18, suppl 5, p.: 47-51, 2003. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0102-86502003001200018>. Acesso em: 16 set. 2022.  

      YUASO, D. R. Síndromes geriátricas e a reabilitação da pessoa idosa. In: Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde / Universidade Federal do Maranhão. Atenção à pessoa com deficiência I: transtornos do espectro do autismo, Síndrome de Down, pessoa idosa com deficiência, pessoa amputada e órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção. São Luís: UNA-SUS; UFMA, 2021. Disponível em: <https://ares.unasus.gov.br/acervo/handle/ARES/24259>. Acesso em: 18 set. 2022.